Classificação de Risco

Organiza o fluxo de atendimento dos pacientes nos Serviços de Urgência e Emergência através de um Protocolo de Classificação de Risco, priorizando os casos de acordo com o potencial de risco, agravo à saúde ou grau de sofrimento.

  • Viabiliza o acolhimento de forma humanizada.
  • Padroniza o tempo de espera para o atendimento, de acordo com a gravidade.
  • Melhora a qualidade da assistência, reduzindo a possibilidade de erro humano.
  • Descongestionamento do Serviço de Urgência e Emergência, uma vez que soluciona o problema de casos ambulatoriais que chegam à unidade, através do encaminhamento para atendimento externo.

Principais funcionalidades e características:

  • Flexibilidade na configuração ou escolha do modelo de Protocolo de Classificação de Risco: Australiano (ATS), Canadense (CTAS), Americano (ESI), de Manchester (MTG) ou HumanizaSUS, entre outros.
  • Atribuição de cor correspondente ao grau de prioridade de atendimento.
  • Uso de totem de auto-atendimento para distribuição de senha de atendimento inicial, inclusive por especialidade.
  • Automação da chamada do paciente através de painel de atendimento.
  • Registro da abordagem inicial, através da queixa principal, alergias e observações.
  • Apresenta a lista de sintomas de acordo com o protocolo utilizado.
  • Apresenta de maneira objetiva as perguntas, avaliações e sinais vitais que devem ser respondidas, executadas e coletadas, de acordo com os sintomas.
  • Utilização de Régua de Dor e Escala de Glasgow nos casos aplicáveis.
  • Classificação da prioridade e encaminhamento à especialidade indicada pelo protocolo.
  • Apresenta as recomendações de cuidados, de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente.
  • Informações em tempo real para o paciente e acompanhante sobre a expectativa de atendimento e tempo de espera.
  • Possibilidade de reclassificar pacientes de acordo com o protocolo.
  • Viabiliza, através de indicadores, a análise e gestão da demanda de atendimento dos pacientes do Serviço de Urgência e Emergência.
  • Utilização de pulseira com código de barras para identificação do paciente e prioridade de atendimento conforme a cor do protocolo.
  • Análise do cumprimento de metas de tempo de atendimento estipuladas pelo protocolo.
  • Sinalização dos pacientes não atendidos no limite de tempo pré-estabelecido.

Unidades

  • Recife, PE

  • Belo Horizonte, MG

  • Fortaleza, CE

  • Passo Fundo, RS

  • Porto Alegre, RS

  • Rio de Janeiro, RJ

  • São Paulo, SP

  • Vitória, ES

  • Cuiabá, MT

  • Palmas, TO

  • Curitiba, PR

Depoimentos

ver todos
Paulo AragãoPaulo AragãoSuperintendente de Recursos Próprios
Unimed Vitória

"A prescrição é 100% informatizada em todo o CIAS."

Cases

ver todos
ES - Unimed Vitória - CIASHospital da Unimed implementa Prontuário Eletrônico da MV