MV no Saúde Business Fórum: Colaboração como estratégia para TI em Saúde

Setembro/2008

Saúde Business Forum Entre os dias 13 e 17 de setembro, a MV Sistemas participou do Saúde Business Fórum 2008, um dos mais importantes eventos do segmento médico-hospitalar nacional. No evento, a MV contou com uma business suite para relacionamento com os participantes, além de uma apresentação sobre “Colaboração como estratégia para TI em Saúde”, tema que resultou na matéria abaixo, divulgada no site Saúde Business Web.

Colaboração como estratégia para TI em Saúde

As tendências de TI para a área de saúde caminham para a construção de um hospital livre de papéis, com aplicativos de telemedicina, telemonitorização e telediagnósticos, em que as paredes não sejam um obstáculo ao acesso dos dados ou ao cuidado com o paciente.

MPOC (Mobile Point of Care)Neste cenário, instituições e empresas fornecedoras buscam acelerar a implantação de novos processos e desenvolvimento de aplicativos, para atender às novas necessidades do setor de saúde, em projetos colaborativos. "As empresas, como a MV Sistemas, vão atuar como organizadoras e concentradoras dos conhecimentos gerados internamente, por seus profissionais, e externamente, por seus clientes", prevê o diretor da MV Sistemas, Marcos Sobral.

A empresa sediada em Recife já deu início a projetos colaborativos, com a Universidade de Passo Fundo, para pesquisas de novas tecnologias, e está criando a comunidade MV Sistemas, para que as sugestões de seus clientes sejam convertidas em novas funcionalidades e tecnologias dentro de seus sistemas.

De acordo com o presidente da MV Sistemas, Paulo Magnus, a criação da comunidade visa à troca de experiências, já que muitos clientes ainda não usam todos os aplicativos disponíveis no sistema, e promover a colaboração entre pessoas, setores e clientes, incluindo o uso e compartilhamento de indicadores. "A colaboração não afeta a competitividade, mas sim a rentabilidade", sintetiza.

A troca de informações vai ter início com as Santas Casas, por meio do projeto Mais Gestão. "Teremos 250 hospitais trocando informações", conta Magnus.

Dentro da empresa, a meta será romper as barreiras entre os departamentos e compartilhar a visão estratégica. "Também haverá o alinhamento total do Balanced Scorecard e da co-criação", conta o presidente da MV Sistemas.

O que é necessário para o hospital sem papel

O hospital sem papel também exigirá que as empresas colaborem entre si, criando plataformas que permitam a troca de dados, independente de marca ou equipamento.

Os requisitos serão:
• Interoperabilidade, em que plataformas distintas apresentem a informação em qualquer lugar e sempre que necessário;
• Convergência e integração, em que aparelhos com diferentes finalidades, como MPOC (Mobile Point of Care), smartphones, TV digital e computadores, por exemplo, sejam integrados;
• Mobilidade, para que as unidades móveis de saúde, como as ambulância, possam consultar e inserir dados;
• Integração e abrangência, com uma visão holística de processos e compartilhamento de informações entre as áreas;
• Digitalização das informações em papel, para que sejam absorvidas pelo sistema;
• e facilidade de acesso e portabilidade, para que os pontos e meios de acesso aos documentos digitais sejam universais.
"Para isso, será preciso criar ferramentas de compartilhamento, para que o hospital possa ser até mesmo na casa das pessoas, como uma extensão do home-care", analisa Sobral.

A simplicidade torna-se, então, a única maneira de garantir que estas soluções estarão disponíveis o mais rápido possível e que terão um alto índice de aceitação. "Em poucos anos, poderemos ir de um hospital para outro com o mesmo número de prontuário, mas, para que isso aconteça é preciso evitar os entraves e simplificar os processos", conclui Magnus.

Para acessar a notícia no site, clique aqui.











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