07 / Abril / 2015

5 perguntas para responder antes de adotar um PEP

prontuário eletrônico do paciente

O sistema de PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) já é realidade em grande parte dos consultórios e unidades de saúde pelo mundo. Em recente estudo, a Frost & Sullivan mostrou que o faturamento deste mercado no Brasil em 2012 foi de US$ 145 milhões e a previsão para 2018 é US$ 336 milhões, com uma taxa de crescimento anual de 15%. A evolução do prontuário eletrônico, embora ainda não tão massificada no Brasil, promete mais agilidade, segurança, eficiência e redução de custos. No entanto, médicos e hospitais ainda possuem muitas dúvidas sobre a adoção da nova tecnologia e a manutenção do arquivo em papel. Veja abaixo cinco pontos para começar a adotar o PEP.

1- QUAIS AS MELHORIAS QUE O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO TRAZ PARA A RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE?

Um software de PEP tem a capacidade de tornar o atendimento mais humanizado, já que reúne todas as informações que o médico precisa para realizar o atendimento em um único local, possibilitando que o profissional tenha mais tempo para cuidar do paciente, além de, é claro, trazer mais segurança no acesso a informações.

2- QUAIS SÃO OS REQUISITOS PARA INICIAR A IMPLANTAÇÃO DO PEP?

Para implantar o PEP basta que o hospital, clínica ou unidade de saúde tenham pontos de rede de computadores e elétrica. Depois, para ser 100% eletrônico, a legislação brasileira estabelece como obrigatório o uso da certificação digital, que é um arquivo de computador que identifica uma pessoa física ou jurídica no mundo digital. Existem soluções que funcionam no browser, não sendo necessário ser instalado no computador do profissional de saúde, basta ter seu endereço e uma senha de acesso que inclusive pode ser biométrico.

3- A CERTIFICAÇÃO SBIS-CFM É OBRIGATÓRIA?

Com o intuito de estabelecer as normas, padrões e regulamentos para o PEP no Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) estabeleceram um convênio de cooperação técnico-científica que está em vigência desde 2002. Assim, nasceu a resolução CFM Nº 1821/2007, que aprova as normas técnicas para a digitalização e uso dos sistemas informatizados para manuseio e armazenamento dos documentos dos prontuários dos pacientes. Nem a SBIS, nem o CFM, exigem que qualquer sistema seja certificado.

4- O PEP É SEGURO? EXISTE RISCO EM PERDER AS INFORMAÇÕES?

Os softwares de prontuário eletrônico, além de contar com um seguro sistema de backup dos dados registrados, ainda trabalham com a divulgação de senhas e autorizações para profissionais da área, evitando a divulgação de informações sigilosas para outro fim. Os sistemas devem adotar mecanismos de segurança capazes de garantir autenticidade, confidencialidade e integridade das informações de saúde. Neste caso, a certificação digital é a tecnologia que melhor provê estes mecanismos. No caso da Certificação SBIS-CFM foram definidos requisitos de segurança que os sistemas devem obrigatoriamente atender.

5- QUAL É A IMPORTÂNCIA DO PEP PARA UM CONTROLE EFICIENTE DAS INFORMAÇÕES ADMINISTRATIVAS RELACIONADAS AO PACIENTE?

Com o PEP é possível conhecer os custos, lucros e prejuízos em determinada janela de tempo. Também provê um melhor acompanhamento dos recursos materiais e humanos alocados, informações que podemos utilizar para fazer previsões de investimentos a médio e longo prazo.

Os hospitais da Unimed Vitória e Unimed Recife já estão vivenciando os resultados alcançados com a utilização do Prontuário Eletrônico da MV. Conheça como foi o processo de implantação da ferramenta e porque a sua utilização está facilitando a rotina de médicos e profissionais de saúde.